No inquietante silêncio noturno
Sozinho, me pego a pensar
Em uma viagem temporal
Até os confins do meu passado
Cicatrizado por dores e tristezas tamanhas.
Dores que machucam
Dores que consomem
Dores que corroem.
Sentimento de dois gumes
Feito espada a cortar e dividir
Minhas velhas lembranças.
Pensamentos devastados e distorcidos
Por um passado corrompido
E um futuro de vingança.
A mais abominável das feras
Torna-se inofensiva
Frente ao meu passado
De dolorosas lembranças.
Então o inquietante silêncio é rompido por uma lágrima
Que é a voz da minha alma
Sucumbida, a gritar.
É a forma de repelir as lembranças e dores do passado
Rasgando o inquietante silêncio noturno
Com lágrimas de um choro agonizante.
Sozinho, me pego a pensar
Em uma viagem temporal
Até os confins do meu passado
Cicatrizado por dores e tristezas tamanhas.
Dores que machucam
Dores que consomem
Dores que corroem.
Sentimento de dois gumes
Feito espada a cortar e dividir
Minhas velhas lembranças.
Pensamentos devastados e distorcidos
Por um passado corrompido
E um futuro de vingança.
A mais abominável das feras
Torna-se inofensiva
Frente ao meu passado
De dolorosas lembranças.
Então o inquietante silêncio é rompido por uma lágrima
Que é a voz da minha alma
Sucumbida, a gritar.
É a forma de repelir as lembranças e dores do passado
Rasgando o inquietante silêncio noturno
Com lágrimas de um choro agonizante.

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